A primeira pergunta de quem procura advogado raramente é jurídica: é quanto custa e como se paga. Respondo-lhe antes de o trabalho começar.
O primeiro passo é sempre uma consulta, presencial em Braga ou em Vieira do Minho, ou por videochamada. É nela que analiso a situação e digo com honestidade o que é defensável e o que não é. O orçamento nasce da consulta, nunca antes dela: é impossível avaliar-se o que não se conhece.
Depois da consulta, o preço é apresentado antes de qualquer compromisso. No patrocínio de processos, celebramos contrato escrito, com o orçamento anexo e o âmbito do serviço identificado. O pagamento acompanha as fases do processo.
Nas acções de indemnização, proponho que uma parte dos honorários fique ligada ao resultado, em complemento dos honorários fixos, nos termos do artigo 106.º, n.º 3, do Estatuto da Ordem dos Advogados. Os meus interesses e os do cliente apontam para o mesmo sítio.
Não prometo resultados, porque nenhum advogado sério os pode prometer. O que assumo é método, preparação e empenho. E exijo uma contrapartida, escrita no contrato que celebro com os meus clientes: verdade total. Confio na palavra de quem represento e defendo os factos que me apresenta; é a visão que orienta toda a minha advocacia.
O resto está onde deve estar: no contrato e nos seus anexos, que lhe são explicados antes de assinar.
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